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 • Letras de: Popular Região indefenida.

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Popular Região indefenida - Chula de Amarante
Letra de: Popular
Música de: Popular
 
quem quer dorme na rua,(bis)
à porta do seu amor.
das pedras faz cabeceira (bis)
das estrelas cobertor.

assanhou-se o meu amor,
não sei que lhe hei-de fazer;
hei-de pisar o trovisco
e dar-lhe o sumo a beber.

o feto é feiticeiro,
juro que me enfeitiçaste.
eu desejava saber
porque razão me deixaste.

como silva me prendeste,
como feto me enfeitiçaste.
como giesta me quizeste,
como sargaço me deixaste.

à sargacinha do monte
eu devo-lhe obrigações.
porque me tem encobrido
em certas ocasiões.

quem me estorva a mim de ver-te
d´isso me quer por preceito;
não me estorva o eu trazer-te
sempre dentro do peito.

oh elo da videirinha,
que assim te uniste à prisão;
também eu me assujeitei
a amar o teu coração.

nem o cravo nem a rosa
no jardim mais florido;
só as estrelas do céu
tem comparação contigo.

o a é a primeira letra
que no teu peito escrevi.
se alguém padece no mundo
sou eu por via de ti.

fui ao mar por ver as ondas,
ao jardim por ver as flores,
ao céu por ver as estrelas,
aqui por ver meus amores.

quem aqui vem de tão longe
com risco de se perder,
correndo montes e rios,
só pelo amor de te ver.

eu vou deixar de te amar
vou deixar de te querer bem.
a quem amas à semana
ama ao domingo também.

ainda que o lume se apague
na cinza fica o calor;
ainda que o amor se ausente
no coração fica a dor.

se eu tivesse pena d´ouro
formava o papel de prata;
com o sangue das minhas veias
escrevia-te uma carta.

escrevia-te uma carta
com o sangue das minhas veias,
se não fosse considerar
sangue meu por mãos alheias.

meu amor hei-de te amar
quer tu queiras quer não queiras.
que eu tenho da minha parte
vinte e cinco feiticeiras.

os olhos do meu amor,
são confeitos, não se vendem.
são balas com que me atiram
cadeias com que me prendem.

à entrada d´esta rua,
dei um ai, tremeu a terra.
encontraram-se as estrelas,
saíu o sol à janela.

de cada vez que te vejo,
devia-me confessar.
eu não peco em te ver,
peco em te desejar.

oh meu amor da minh´alma
repara e considera.
que depois do mal estar feito,
já não vale se eu soubera.

lindo cerco leva a lua
ergue-te, amor, e vem ver;
não há sol que chegue à lua
nem ao nosso bem querer.

lindos olhos tem josé
santa luzia guardai-lh´os.
se não forem para mim,
santa luzia tirai-lh´os.

adeus vila d´amarante,
cercada de lampeões.
onde o meu amor passeia
com sapatos à camões.

adeus vila d´amarante,
largo de santa luzia.
onde o meu amor passeia,
a toda hora do dia.
 
 
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